Dentro da noite
No cerne duro da cidade
Não me sinto protejido....
Escrevo aqui como uma navegante de primeira(s) viajen(s), nada começar no tom em que me encontro, no tempo em que sempre estive.Talvez palavras que sempre sinto, presentes em textos vãos...
Mas tão presentes
E sempre presentes,
e tudo é como o mar
Tão doce-quando se quer e quando se é tempo,
Tão bravo e bruto- como o que sentir quando li o texto já escrito.
Não se preocupe minha cara amiga, quando se menos espera tudo vai e o pior ainda estar por vir , porque tudo volta com mais força do que se foi.
Raíssa Fonseca
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Um comentário:
Porra amiga. arrasaste.
é como eu disse "je ne sais pas", não sei o que fazer e nem quero pensar nisso porque pensar dói!
te amo.
Postar um comentário