segunda-feira, 29 de setembro de 2008

rascunho

existe um olhar que mata, devora. acaba. é um olhar fixo, dinâmico e objetivo. é um olhar que melhora o meu. é um olhar sem endereço, sem cor e sem nome. olhar que mata a minha fome, consome.
existe um olhar que faz ganhar o dia, irradia, é bastante luminoso. faz tempo que não o vejo. pelas bandas de cá não anda. esse olhar é ainda sim confuso, se não for, quer estar confuso, que DEIXAR confuso. tal olhar se comprometeu, certo dia de sol, só olhar pra tal flor, e esses dois olhares fez nascer um tom de cor. esse olhar se esconde e se exibe, mora e desmora no éter. quando encontra a flor, a beija. beija olhando.é um olhar de beijar a flor.

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