sábado, 19 de janeiro de 2008

Absorva Elene




Elene Usdin, francesa, ganha a vida com ilustração e fotografia.
Tem uma ótica diferenciada e conceitual para fotografias e ilustrações de moda. Usa elementos pecualiares com um toque diferencial na imagem.


absorva o site dela: http://www.eleneusdin.com/






me absorva


absorver alguém é mais fácil que absorver algo.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008


Berlim, 14 jan (EFE).- Uma equipe de cientistas alemães da Universidade de Heidelberg acabou com o mistério sobre a identidade da Monalisa, o retrato mais famoso de Leonardo da Vinci, e confirmou a tese mais divulgada que se trata de Lisa del Giocondo.A Universidade anunciou que a verdadeira identidade da Monalisa foi descoberta há mais de dois anos pelo especialista em manuscritos Armin Schlechter, que certificou que a mulher do misterioso sorriso é Lisa Gherardini, esposa do poderoso mercador florentino Francesco del Giocondo.

Schlechter baseou suas afirmações em uma fonte descoberta durante os trabalhos de catalogação do fundo documentário da Universidade de Heidelberg na hora de preparar o registro de incunábulos (livros impressos que datam dos primeiros tempos da imprensa, ou seja, até o ano de 1500).


Uma edição de Cícero impressa em 1477 contém uma anotação do funcionário da Chancelaria florentina Agostino Vespuci na qual compara Leonardo da Vinci com Apeles, o grande pintor da Grécia Antiga. anotação de Vespuci, datada de outubro de 1503, destaca que da Vinci trabalhava nesse momento na realização de um retrato de Lisa del Giocondo.


A nota marginal de Vespuci possibilita a exata datação da obra e confirma as afirmações de Giorgio de Vasari, que em 1550 foi o primeiro a identificar por escrito a identidade da Monalisa.Vasari (1511-1574), um alto funcionário da época, publicou em 1550 um catálogo artístico no qual figurava a Monalisa, obra que datava de entre 1503 e 1506.


Dado que Giorgio de Vasari era considerado pouco confiável, que seu catálogo foi publicado quase 50 anos depois que o quadro foi pintado e que o próprio Leonardo da Vinci nunca mencionou esse retrato, até agora se tinha posto em dúvida o que agora parece a identidade definitiva da Monalisa.


A Universidade de Heidelberg destacou que a descoberta de Armin Schlechter já foi publicada em maio de 2005 em um catálogo editado por ocasião de uma exposição de incunábulos que aconteceu no centro acadêmico e na qual figurava a obra de Cícero com a nota marginal de Vespuci sobre Leonardo da Vinci e a Monalisa.


segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

sabe tudo!

Seu número é 2


Sabe ouvir, tem simpatia e uma comunicação invejável. Você é sempre muito elogiada em suas atividades profissionais e domésticas. Sensível, procura nunca magoar quem está ao seu lado. Seu maior prazer é estar com os amigos, promover diversões e contribuir para a alegria de todos. Você é muito voltada para as coisas sobrenaturais, para o místico e, por ter uma mente privilegiada, divide seus conhecimentos com os outros. Na vida a dois é um pouco conservadora, mas não preconceituosa. Libera suas emoções no sexo, sem problemas.
-

só digo isso: joão bidu sabe tudo sobre mim&numerologia. cês num acham? UIGASUDYA

:D

voltei recife, mas não foi a saudade que me trouxe pelo braço, dessa vez não.
Voltei porque eu tenho aqueles afazeres básicos de início de ano. matrícula escola, francês, teatro, jazz. Fazer exame, dieta. ah é tanta coisa.

e próxima semana tem viagem. ai meldels ducel

sábado, 29 de dezembro de 2007

A Alegoria do Equilibrista


Condenado desde o nascimento a esta condição, o equilibrista ao qual esta alegoria se refere, tem consciência da sua situação. Sabe que caminha numa corda fina misteriosamente suspensa num imenso espaço vazio ao qual é obrigado a caminhar. Por estar o ambiente tomado pela escuridão, é incapaz de ver o caminho a sua frente (somente sabe que, por motivos óbvios, a corda terminará) ou o percurso já andado (do qual apenas pode imprecisamente recordar). Não sendo capaz de virar para trás e retornar, o Indivíduo é obrigado a prosseguir rumo ao incerto – afinal, ignora o que acontecerá quando chegar ao fim do fio ou o estado da corda nos centímetros adiante. O equilibrista está ciente disso tudo, aliás, talvez o esteja desde que se entende por gente.


Porém, a consciência plena da sua situação, por mais explicita que sempre fora, só foi capaz de obter pelo medo. Ínfimo no espaço onde está pendurada a corda em que caminha, o Indivíduo, devido às – possivelmente inextinguíveis – trevas que lhe impedem a visão do todo, não sabe o que há abaixo de si. Logo, caso escorregue, afundará num vazio que desconhece. A única certeza que agora, não mais alienado da sua realidade, possui é que irá cair - seja por acidente, seja pelo cansaço inerente ao desgastante esforço físico de manter seu corpo equilibrado na corda, ou mesmo seja pelo fato de chegar ao fim do fio, afinal, o fio tem que ter uma ponta. Agora, com esta nova e angustiante expectativa de que inevitavelmente enfrentará o incerto, um dilema é colocado ao Indivíduo: tomar o máximo de cautela na caminhada, controlando ao máximo seus movimentos e impulsos para que não caia; ou não se preocupar com a queda e aproveitar ao máximo o (curto? Longo?) tempo que consegue (ou lhe é permitido?) permanecer na corda.
Antes de perceber a complexidade da sua condição, o equilibrista distraidamente caminhava, numa clara despreocupação com o fato de que poderia cair. Assim, não foram poucas as vezes em que quase escorregou da corda, escapando por pouco da queda. Contudo, depois que experimentou o desespero de se perceber quase caindo num certo momento, adquiriu a consciência de quanto é delicada a sua condição de equilibrista.


Após este tropeço que por pouco não resultou na queda, a inquietação diante do reconhecimento da própria fragilidade persegue o Indivíduo, tormento que o impede de andar sobre a corda com a mesma irresponsabilidade e inconseqüência de outrora. A partir do momento em que ganha plena noção da realidade a qual está condenado, o Indivíduo se transforma, deixa-se governar, mesmo que inconscientemente, pelo medo e se impõe a negação de certos prazeres e caprichos da vontade.
A tragédia suprema se realizou para o Indivíduo: a conquista da consciência plena da condição humana através do medo da morte experimentado numa eventualidade que quase lhe foi fatal. A relação do equilibrista com a corda e com o fardo de ter que nela caminhar, conforme demonstrado, mudou a partir deste momento decisivo.


Por Bruno Uchôa

sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

Retrospectiva 2007

bom, se não for agora eu não terei tempo de fazer isso e eu juro: tô morrendo de vontade de fazer! vai ser aqui mesmo na casa de jubigrub enquanto ela descobre o segredo de emma corrigan :}
vamos lá..

JANEIRO: ano novo com LOS HERMANOS, férias em recife, vadiage; compra de material escolar. (ok, não lembro muita coisa, parece que faz séculos)

FEVEREIRO: início da porra das aulas; CARNAVAL do caraleeeo meldels, o que foi aquilo?! show de cordel; aniversário de papai.

MARÇO: aniversário de isabel, iara, clara caetano, camilaS; faltava um mês pro meu aniversariozinho.

ABRIL: dia da mentira, mal menti; aniversário, amo demais os meus amigos;

MAIO: lembro de porra nenhuma.

JUNHO: agoniada pro são joão; são joão em arcoverde maravilhoso, show de cordel maravilhoso; férias começando num show de cordel depois das aulas, UFPE.

JULHO: arere, férias! organização mor, festival de inverno com pessoas que amo.

AGOSTO: fashion club volta com tudz e eu vou claro; aniversário de marila no mesmo dia; aniversário de juu; 15 anos de dudz, aniversário de leon.

SETEMBRO: meto a tesoura no cabelo e até que fica bom; despreocupação, aniversário das torres gêmeas no dia do aniversário de mamãee; o signo de virgem começa a me contaminar ok beijos

OUTUBRO: vadiage total. ah até que teve o molotov que foi bem legal!); MUNDO, MUNDO, MUNDO!

NOVEMBRO: maracaípeeeee! :D

DEZEMBRO: correndo atrás dos estudz, férias menine!
de duas semanas pra cá tem sido: livros, vadiage, cervejas, cigarros, shows, crianças, amigos.

quero um 2008 mais apimentado ok beijos

quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

por carência é pai, mãe e os sete pecados.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2007

Feliz olhar novo

Carlos Drumond de Andrade



O grande barato da vida é olhar para trás e sentir orgulho da sua história.

O grande lance é viver cada momento como se a receita da felicidade fosse o aqui e o agora.

Claro que a vida prega peças. É lógico que, por vezes, o pneu fura, chove demais... mas, pensa só: tem graça viver sem rir de gargalhar pelo menos uma vez ao dia?

Tem sentido ficar chateado durante o dia todo por causa de uma discussão na ida pro trabalho? Quero viver bem. Esse ano foi um ano cheio.

Foi cheio de coisas boas e realizações, mas também cheio de problemas e desilusões.

Normal.

Às vezes se espera demais das pessoas.

Normal.

A grana que não veio, o amigo que decepcionou, o amor que acabou.

Normal.

O novo ano não vai ser diferente.

Muda o século, o milênio muda, mas o homem é cheio de imperfeições, a natureza tem sua personalidade que nem sempre é a que a gente deseja, mas e aí? Fazer o quê? Acabar com seu dia? Com seu bom humor? Com sua esperança?
O que eu desejo para todos nós é sabedoria!

E que todos saibamos transformar tudo em uma boa experiência!

Que todos consigamos perdoar o desconhecido, o mal educado. Ele passou na sua vida. Não pode ser responsável por um dia ruim...

Entender o amigo que não merece nossa melhor parte. Se ele decepcionou, passe-o para a categoria 3, a dos amigos. Ou mude de classe, transforme-o em colega. Além do mais, a gente, provavelmente, também já decepcionou alguém.

O nosso desejo não se realizou? Beleza, não tava na hora, não deveria ser a melhor coisa prá esse momento (me lembro sempre de um lance que eu adoro:

(CUIDADO COM SEUS DESEJOS, ELES PODEM SE TORNAR REALIDADE).

Chorar de dor, de solidão, de tristeza, faz parte do ser humano. Não adianta lutar contra isso. Mas se a gente se entende e permite olhar o outro e o mundo com generosidade, as coisas ficam diferentes.

Desejo para todo mundo esse olhar especial.

O novo ano pode ser um ano especial, muito legal, se entendermos nossas fragilidades e egoísmos e dermos a volta nisso. Somos fracos, mas podemos melhorar. Somos egoístas, mas podemos entender o outro.

2008 pode ser o bicho, o máximo, maravilhoso, lindo, espetacular...

ou... Pode ser puro orgulho!

Depende de mim, de você!

Pode ser. E que seja!!!

Feliz olhar novo!!!

Que a virada do ano não seja somente uma data, mas um momento para repensarmos tudo o que fizemos e que desejamos, afinal sonhos e desejos podem se tornar realidade somente se fizermos jus e acreditarmos neles!'

UM GRANDE NATAL E UM ANO NOVO CHEIO DE MUDANÇAS!