terça-feira, 16 de dezembro de 2008

O martelo

Dentro da noite
No cerne duro da cidade
Não me sinto protejido....

Escrevo aqui como uma navegante de primeira(s) viajen(s), nada começar no tom em que me encontro, no tempo em que sempre estive.Talvez palavras que sempre sinto, presentes em textos vãos...
Mas tão presentes
E sempre presentes,
e tudo é como o mar
Tão doce-quando se quer e quando se é tempo,
Tão bravo e bruto- como o que sentir quando li o texto já escrito.

Não se preocupe minha cara amiga, quando se menos espera tudo vai e o pior ainda estar por vir , porque tudo volta com mais força do que se foi.

Raíssa Fonseca

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Ultimamente tenho sentido a solidão. É, e não é aquela avassaladora não, é aquela mansa, quieta. É aquela vontade de noite de ligar para alguém. Aquela vontade de, ao ver uma paisagem linda, querer dividir com alguém. Aquela vontade de dar um grito de alegria só por que conseguiu achar a sua calda de sorvete preditela. É, aquela vontade. E dela, vem logo a falta, que aperta o peito e vai cavando uma flor, profunda e negra, no abismo. E é a falta que me faz seguir adiante, é a falta que me faz escrever, e das palavras e lirismo que tudo vai sendo preenchido. É da falta que vemos como os amigos são importantes, e com eles, com eles a falta é sempre uma não-falta, e o dia é sempre de festa.

sábado, 13 de dezembro de 2008

a volta


um certo dia um grande amiga minha escreveu pra mim sobre os amores. Disse mais ou menos assim, se bem me lembro: esse amor vai se decantar, vai ficar bem no cantinho, até que dê um pulo de assustar, os amores são assim.

e hoje um amor, bailando, deu um pulo de assustar, de paralisar, de emudecer, inquietar e etc. esse amor tá pulando aqui, bem dentro, doendo que só ele, ferindo como nunca, tirando a minha fome e a vontade de comer.

e sinceramente: je ne sais pas.

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

e não param de surgir novidades de uma noite para outra, literalmente, mudei 5245458461 planos de vida devido à essas.
elas bem que estão servindo pra acalmar os meus neurônios porque esse mês tá muito tediante e estressante, como todos os dezembros cobertos pelo céu azul do natal. mas qué que se há de fazer? estudar mesmo né? amor /dolor :~


ps.: bateu agora aquele saudade lilás.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

amor?

"É uma bomba que explode
Invade o meu coração (A,C,G,D)
É um acorde que envolve
Meu peito e meu violão

(solo)

Amor é fogo de palha
Palha palheta paixão (A,C,G,D)
Respira fundo colega
Engole dor e aflição


É uma bomba que explode
Transforma tudo em canção (Dm,G,D)
E um poeta declama
Um verso em erupção

É um solfejo sem nexo
Um rosto na multidão
Um pierrot retrocesso
Jesus, maria e joão"

Samuel Rabay


enfim, é música e é nova... sujeita a modificações e provavelmente alguma coisa está errada pois tou mandando de cabeça...

depois consulto os originais.

ah sim, eu cito cazuza(sério?!)
XD

(emporcalhando o blog de uana)

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

depósito pertubado

são 22h22 no horário de verão, 21h22, é, ninguém tá pensando em mim. quero escrever, fato, mas não sei sobre o quê, começo textos nunca os termino. minha cabeça.. ninguém sabe onde anda, meu coração - aquele velho caos de sentimentos mirabolantes, se chocando dentro. oh grande ócio, se me tu deixasses escrever, transpirar alguma coisa...
não tem jeito, 22h36 - horário de verão, à essa altura ficarei com Drummond:

    " Poesia

Gastei uma hora pensando um verso
que a pena não quer escrever.
No entanto ele está cá dentro
inquieto, vivo.
Ele está cá dentro
e não quer sair.
Mas a poesia deste momento
inunda minha vida inteira."



ps.: e essa música louca que não me sái da mente!?

sábado, 29 de novembro de 2008

eu escrevo, e não sei pra quem escrevo. acho que é para o amor, independente de onde eu o encontre. Vou fazer o que quero nesse momento, talvez não seja o que eu vou querer daqui a alguns dias. Mas pelo menos, por agora, estarei completa.

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

o ser humano é complexo demais para ser entendido.
cansei de tentar me descobrir, nem me procuro mais.
eu sou um verdadeiro caos de sentimentos perdidos.

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

incógnita

Engraçado como tudo e todos giram em torno de algo que a gente sabe sentir (e sente tão bem, tão de cum força, que às vezes até se dá mal) mas não sabe definir com palavras.
como a vida é surpreendente. como o mundo muda, como as coisas e seres mudam.
de sábado pra cá tenho absorvido tanta informação, tanta novidade que nem dá pra acreditar.
agora tô cercada de várias delas, de incertezas e de uma paixonite. mas eu tenho que estudar logarítmos.


ô vidinha mais ou menos.